Dois de paus duros na mão
Mangam do valete amolecido,
Que a rainha insaciável paga pra ver.
Enquanto o rei, na moita,
Chupa a manga do ás.
Brasília, 1983
Dois de paus duros na mão
Mangam do valete amolecido,
Que a rainha insaciável paga pra ver.
Enquanto o rei, na moita,
Chupa a manga do ás.
Brasília, 1983
Esta versão retoma o verbo “mangar” do poema original, que em edição limitada que fiz nos anos 90 havia substituído por “zombar”´, para facilitar a compreensão. Mas acho que o jogo de palavras ficou melhor assim, como veio…
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Amei!
Um irmão me contou…
dessa forma inteligente de falar da vida,
falar de sexo de jeito engraçado,
como a poesia ora decrita.
Genial!
Fiquei a mangar de você e de como a cartas estão
a viver.
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Amei!
Um irmão me contou…
dessa forma inteligente de falar da vida,
falar de sexo de jeito engraçado,
como a poesia ora descrita.
Genial!
Fiquei a mangar de você e de como a cartas estão
a viver.
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