
Brasília, 1985
Tinha pouco tempo em Brasília quando assisti a uma Mostra de Cinema Alemão patrocinada pelo Instituto Goethe. Der Mond is nur a nackerte Kugel (A Lua é apenas uma esfera nua) era um dos filmes da Mostra e dele não recordo quase nada, exceto o título, do qual surgiu esse poema, subito, acabado.
E como títulos sempre foram a parte mais difícil dos meus poemas, deixei assim no original como homenagem. Mas não aprendi alemão até hoje…
Errata 24/09/2019
Se algo pode indicar quão poucos são meus leitores (ou, em registro mais otimista, quão poucos que sabem alemão), alguém finalmente reparou que o alemão do título estaria incorreto. Nisso eu tive minha parte, mas outra me parece vir do título original do filme, que cita a fala de um personagem que seria algo como um matuto alemão (isso existe?) e provavelmente se trate de algum dialeto ou coisa parecida. E pior, confiei na memória para citar o título original, essa coisa tão temerária depois de certa idade…
Enfim, com todos os agradecimentos a Zildene, que da Alemanha mandou esse feedback, republico com as devidas correções o poema. Quem quiser conferir, o filme está listado no IMDB.
Não precisamos falar alemão
Como dise Caetano, é indispensável à filosofia
Mas viajamos à Marte, Vênus e Plutão
Rênio, nossa praia é a poesia
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Em 1985 eu estava chegando ao mundo e você estava no cinema…
amo a Lua. Gostei do blog.
Um beijo.
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Fiquei muito feliz com o blog.
Vindo de poeta terreno,mundano intergalático tudo fica próximo e simples e com sabor de cérebro turbinado….
Um grande abraço.
Julinho.
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Gostei muito do blog.
E mais ainda de saber que és poeta (e dos bons). Eu também escrevo minhas coisinhas…
Um grande beijo.
Ana (amiga da Help)
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very interesting, thanks
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