Resta solar no pífaro de viver nossos dias,
Dias assim feito pêlos do animal fulgurante
E bater dentes no ritmo pávido de ser,
Frágil instante, tremor no dorso do caos.
João Pessoa, 1980
Resta solar no pífaro de viver nossos dias,
Dias assim feito pêlos do animal fulgurante
E bater dentes no ritmo pávido de ser,
Frágil instante, tremor no dorso do caos.
João Pessoa, 1980
Gostei do seu blog.
Poemas sinceros e sentidos, desejando ser acolhidos e compartidos como deve ser toda a natureza humana. Viva a emoção…
CurtirCurtir